CONSTRUTORES DA SOCIEDADE ATIBAIENSE




A cerimônia de lançamento do livro Construtores da Sociedade Atibaiense, na noite de 15 de agosto último, nos salões do Grêmio Esportivo Atibaiense, foi um sucesso. Mais de 400 presentes, representando as famílias tradicionais de Atibaia.
Adquira seu exemplar nas livrarias de Atibaia, ou através do www.atibaiamania.com.br

José de Anchieta Loriano nasceu em Atibaia, em 5-4-1942. Filho de Agenor Loriano e Maria Aparecida Chamadoira Loriano, já falecidos. Advogado, poeta e escritor, dedica-se a pesquisas de nossa história, da gente de Jerônimo, seus costumes e tradições. Após o sucesso de seu primeiro livro Pelas Ruas de Atibaia, oferece, prazerosamente a seus leitores, Construtores da Sociedade Atibaiense CONSTRUTORES DA SOCIEDADE ATIBAIENSE é o título do novo livro do escritor José de Anchieta Loriano, cuja solenidade de lançamento ocorrerá em 15 de A G O S T O de 2003, sexta-feira, às 20 horas, nos salões do Grêmio Esportivo Atibaiense.

José de Anchieta Loriano nasceu em Atibaia, em 5-4-1942. Filho de Agenor Loriano e Maria Aparecida Chamadoira Loriano, já falecidos. Advogado, poeta e escritor, dedica-se a pesquisas de nossa história, da gente de Jerônimo, seus costumes e tradições. Após o sucesso de seu primeiro livro Pelas Ruas de Atibaia, oferece, prazerosamente, a seus leitores, Construtores da Sociedade Atibaiense

O verdadeiro artista não é somente
aquele que busca sublimente expressar as
sublimidades de sua arte, mas também todo
aquele que vibra exalçado ante uma verdadeira
obra de arte. (José Augusto Rittes).

Pelas Ruas de Atibaia passeamos, página por página, com as marcantes personagens que, como nós, não foram só espectadoras de uma época, mas protagonistas de uma vida. Agora, neste Construtores da Sociedade Atibaiense, José de Anchieta nos aproxima bem de perto de personalidades que voltam a povoar nossas mentes. Serão sempre surpreendentes, apesar de velhos conhecidos, pois cada um deles, a seu modo, contribuiu para a edificação da sociedade que deu guarida à nossa história. (Luiz Antônio Bonini)

A obra Pelas Ruas de Atibaia faz-nos reviver a saudosa e singela cidade. Lembra-nos, ainda de calças curtas, a nossa admiração pela luta e ideais dos mais velhos, dos empresários que buscavam o desenvolvimento e o progresso. Vimos e sentimos bem de perto o surgimento e o crescimento de muitos. Contudo, infelizmente, vimos, também, alguma decepção e algum insucesso. Ainda menino, encantava-nos ver Attílio Russomanno com a loja dos nossos sonhos. Quando alcançamos a juventude, era ele que nos indicava caminhos. Já maduros em idade, pudemos reconhecer a sabedoria que então legou aos empresários. Construtores da Sociedade Atibaiense há de despertar o interesse de jovens empresários, estudantes e pesquisadores em geral, mercê dos exemplos de vida demonstrados por atibaianos da estirpe de Antônio Bonini, Walter Kloth, César Mêmolo, Jair Chaves Russomanno e tantos outros. Nosso amigo escritor, José de Anchieta, também companheiro de diretoria da Associação Comercial e Industrial de Atibaia, gentilmente nos cedeu as biografias de todos esses ilustres atibaianos. (José Roberto Roncoletta)

Cinqüenta anos depois da geração Tentativa, liderada por André Carneiro, constato a existência de um novo surto de atibaienses interessados em produzir boa literatura. Neste início do século XXI, a publicação do livro Pelas Ruas de Atibaia, do José de Anchieta Loriano, realizou o chamamento e a aproximação dos nossos poetas e prosadores. Resta organizá-los. O pessoal tem tudo para marcar época. (Gilberto Sant´Anna, 62 anos)


Em Construtores da Sociedade Atibaiense, Anchieta faz retornar à vida figuras únicas da nossa cidade. Transporta-nos ao convívio dessas pessoas como se estivessem presentes à nossa frente, e, mais do que nas páginas do livro, é na emoção do leitor que a história renasce.
Marcos Tadeu Contesini


... foi uma surpresa acalentadora encontrar as obras do José de Anchieta Loriano, o nosso Cuié. Um desfile de tipos tão familiares que poderiam estar na próxima esquina, a parteira, a professora, o dono do armazém. Primeiro em “Pelas Ruas de Atibaia” e agora no “Construtores da Sociedade Atibaiense”, o relato agradável de lindas passagens e dos tipos marcantes da terra, escrito por alguém cuja pena não consegue esconder seu respeito e seu amor. Só mesmo o neto da Dona Joaninha, esse colecionador de belas memórias, poderia se juntar ao seu tio Waldomiro Silveira e a João Batista Conti, para compor o seletíssimo quadro dos autores dedicados à história atibaiana. Com este seu livro, ganham as escolas e suas crianças, que poderão finalmente acessar uma obra escrita em linguagem moderna, tratando das gentes e dos fatos de sua terra. Ganham os adultos da cidade que vão relembrar e conhecer melhor sua história. Ganham, também, aqueles que, tendo vindo de outras paragens, aprenderam a gostar de Atibaia e querem descobrir seu passado. Atibaia está lá, nesse novo e delicioso livro do Cuié. A mulher que cozinhava, seus filhos, o nhô Quim Pinto. Até o menino teimoso, que ainda acredita na conquista da lua, mas, como o velho, já não entende pra que serviu isso tudo. (Hercules Brasil Vernalha).

Sai a obra de que Atibaia carecia: Construtores da Sociedade Atibaiense. Este é o segundo livro de José de Anchieta. O autor retoma a mesma linha de pesquisa, e vem complementar Pelas Ruas de Atibaia, seu primeiro livro. Nesta obra, são as ruas que falam. Naquela, as pessoas. Em ambas, contudo, prevalecem a unidade histórica e o sentimento de afeição profunda bem da alma do autor! Fala como se lhe sobejasse o coração! Em o Construtores da Sociedade Atibaiense, o autor viaja e descobre um mundo grandioso de figuras ilustres de grande representação na vida cultural, política e social da rica história de Atibaia, como André Carneiro, Antônio Boníni, Flávio Pires de Camargo, Guilherme Pillegi Contesíni, Álvaro Correia Lima, Jacintho Silveira, Jarbas Bueno de Aguiar, José Pires Alvim, Marco Vinício Chiochetti, Oswaldo Barreto, Virgília Leite, e muitos e muitos outros de igual e soberba linhagem, que aqui vivem, e que aqui viveram, e ajudaram a construir Atibaia. Todos, nossos amigos. Muitos, bem próximos, de nossa sala e até de nossa cozinha! Atibaia carecia desta obra como os pobres, resignados, carecem do afeto! Anchieta abre a janela, olha o tempo afastado, e evoca a sua gente. Vai ao seu encontro! E uma a uma, as figuras mais destacadas vão surgindo, aparecendo nas páginas desta obra memorável que marca uma bela fase da história contemporânea de seu povo e de sua terra! Portanto, Anchieta, permita-me a sugestão: vá, leve por diante! Continue nas suas pesquisas! Retome logo o trabalho de uma nova obra! Mantenha a sobriedade de seu estilo! Os leitores o esperam! E a história também! (Edson Gonçalves Manso)

E-MAIOS RECEBIDOS SOBRE CONSTRUTORES DA SOCIEDADE ATIBAIENSE

Dr.Anchieta, agora com site próprio, quem diria!!!!!!!!!!!!!!
PARABENS!!!!!!!!!!!
já com 2º livro em andamento....
gerou um filho...
já plantou uma arvore nesta vida?
SUCESSO!!!!
Drª Cleide

Anchieta, Em 15 de agosto, mesmo estando em aulas, farei o possivel para estar presente. Obrigado pelo convite. Parabéns, antecipadamente...
Abraço,
Saulo Brasil Ruas Vernalha

Prezado Anchieta: Acessei o site http://oldfox.sites.uol.com.br . Gostei da receptividade e elogios de um grande número de amigos e admiradores de suas obras ! Gostaria de fazer parte integrante desses verdadeiros amigos ! Parabéns e incentivos !!
Com certeza estarei presente.
Aldo Paolinetti


Anchieta
Parabéns por mais esta conquista. Vou fazer o possível para estar aí em minha querida Atibaia e receber uma dedicatória de seu novo livro e conhecê-lo pessoalmente.Aproveito para lhe perguntar se recebeu a minha correspondência com a foto de minha mãe.
Abraços - Antonio Russomanno.

Prezado senhor José de Anchieta
“Através da pena brilhante e fluente, o autor nos conduz, em seu livro Pelas Ruas de Atibaia, passo a passo, de maneira simples, às reminiscências de ontem. Lágrimas por mim foram derramadas; risos muitos e saudades demais.
Pude reviver os bons tempos de minha infância e lembrar de meu pai, Ivo Paolinetti, que sempre nos repetia: “-- Atibaia é a cidade de céu mais azul e bonito que conheci”, numa admiração quase religiosa.
Nascida nessa pitoresca cidade pelos idos de 1930, foi ela que despertou meus sonhos e anseios passados e que, hoje, conhecida como Cidade das Flores encanta a todos que aí aportam.
Rodeada por belas montanhas, de clima ameno e saudável, parece um presépio vivo, vista do alto da Pedra Grande, matacão de granito, engastado na Serra do Itapetinga.
Dessa belíssima serra, colar verde-esmeralda, enfeitando as terras de Atibaia, descem cristalinos veios d’água e crescem mimosas flores campestres, encantando a todos que a visitam. Inesquecível paisagem!
Cumprimentos pelo belíssimo livro, e os votos para que continue sempre escrevendo essas memórias, para que não se perca no tempo a recordação desse passado, que tantas lágrimas e alegrias me trouxeram.
Que tudo fique consignado na Historia de Atibaia e suas gentes! Parabéns!”
Aguardando o lançamento de Construtores da Sociedade Atibaiense, desejo-lhe sucessos.
Yone Paolinette da Camara - Hoje em Araraquara

Olá, José de Anchieta
A divulgação do lançamento do livro "Construtores da Sociedade Atibaiense" foi publicada na Agenda Cultural do www.atibaia.com.br em Livros. Caso queira incluir a imagem da capa do livro para ser divulgada também, é só mandar para este mesmo e-mail.
Para conferir, acesse o link abaixo: http://www.atibaia.com.br/agenda_l.asp
Atenciosamente,
Paula
atibaia.com.br

Caro Cuié,
Parabéns pela nova obra, sobre a História da gente Jeroniana.
Estaremos presente na solenidade de lançamento.
Abraços
Borê

Anchieta
No próximo 25 de julho, Dia do Escritor, fará um ano do lançamento do meu livro.
Estarei presente no lançamento de Constutores da Sociedade Atibaiense.
Henriete

Caro Anchieta,
A capa do livro Construtores está ficando linda. Parabéns ao designer Célio e a você. É de encher a alma! Marejam os olhos! Uma delicada galeria de saudades! É como se a gente se abandonasse no colo do tempo, e respirasse fundo a brisa da época! Parabéns!
Edson Manso. 4.6.03


Caro Cuié.
Gostei da capa do seu novo livro "Construtores da Sociedade Atibaiense". Continue com suas pesquisas; você está prestando um serviço importante para a preservação da memória de nossa terra.
Abraços. Zezo. (Prof. José Bueno Conti) – 18-6-03

Caro Anchieta
Fui até o seu site, (www.atibaiapoesia.hpg.com.br) que está excelente. Agradeço muito o espaço gasto comigo e foi curioso "me ler" naquelas antigas crônicas sobre Atibaia, desenterradas não sei de onde.
Falando em crônica, uma vez li uma crônica sua sobre o Zatopeque, que achei interessantíssima, porque até hoje, quando quero elogiar um prato eu digo "parece comida estrangeira", como dizia o Zatopec, (acho que o nome acabava em "c", o corredor de onde emprestaram ironicamente o nome dele era tchecoslovaco.
Me lembro dele jovem e forte e almoçava freqüentemente em minha casa.
Abraço agradecido do André Carneiro. 27-6-03.


REFLEXOS DO LANÇAMENTO DO LIVRO PELAS RUAS DE ATIBAIA

O que disseram os Jornais de Atibaia, após o lançamento:

“Nossa cidade jamais será a mesma após o lançamento do livro Pelas Ruas de Atibaia, de autoria de José de Anchieta Loriano” (RM. Correio de Atibaia)

“Pelas Ruas de Atibaia é lançado com grande público. O lançamento do livro “Pelas Ruas de Atibaia” foi um sucesso. Primou pelos discursos, que prenderam a atenção do público, do começo ao fim. Também pela apresentação musical, escolhida a dedo, revelando mais uma vez talentos quase desconhecidos de nossa cidade e enfim, por reunir e homenagear pela primeira vez, tantas figuras tradicionais da sociedade atibaiana. Velhos colegas de escola se reencontrando, amigos que não se viam há tempo, foi emocionante!
Parabéns Anchieta! Pelo livro e pelo momento que ficará na memória de muitos”. (Correio de Atibaia, edição de 22 de junho de 2002).

“Na sexta-feira, dia 14 de junho, foi ao ar o lançamento do livro “Pelas Ruas de Atibaia”, de lavra de José de Anchieta Loriano.
Mais de quinhentas pessoas estiveram na igreja da Matriz. O doutor Wilson Rodrigues de Freitas, considerado o padrinho do livro, fez emocionante discurso e logo após o professor Contesini declamou o soneto “Língua Portuguesa”, de Bilac. O Coral Bel Canto brindou os presentes com três músicas e o Quinteto de Sopros de Atibaia também abrilhantou a festa, com a apresentação de cinco músicas. O livro, que resgata muito a história de Atibaia e que está recebendo críticas elogiosas, teve como responsável pela capa, belíssima por sinal, o artista Célio Ribeiro”. (Atibaia Hoje edição de 22 de junho de 2002).

“O lançamento do livro de José de Anchieta Loriano, no dia 14 de junho, na Matriz, promoveu o resgate da história de cada um dos presentes. O doutor Wilson Rodrigues de Freitas abriu a cerimônia com a leitura de um discurso emocionado, todas as suas belas lembranças, ali se fizeram presentes. O nosso querido professor Contesini, o Coral Bel Canto e o Quinteto de Sopros de Atibaia abrilhantaram o evento.
O lançamento do livro de José de Anchieta Loriano com certeza é um presente para todos nós. Parabéns ao escritor”. (Jornal O Atibaiense de 22 de junho de 2002).

“Nostalgia foi o que sentimos, quando tivemos oportunidade de devorar o livro Pelas Ruas de Atibaia, de autoria do nosso amigo José de Anchieta Loriano.
Relembramos com carinho, quão bonita, simpática, agradável e sincera era nossa querida Atibaia.
Personagens típicas, alegres, sinceras, sem igual. Tranqüilidade, vida calma, pacífica, tolerante sobretudo com a relação às amizades. Situações que infelizmente nunca mais teremos. É o preço do progresso, da tecnologia, do crescimento.
Por outro lado, temos uma cidade maravilhosa, ainda! Cheia de esperança, vigor, aguardando mudanças. Alguém já disse que as únicas coisas permanentes nessa vida, são as mudanças.
Desejamos, sinceramente, que nossa querida Atibaia tome rumo, siga em frente, acompanhe o progresso, pois nunca mais poderemos te-la de volta, como nos tempos reproduzidos no livro. Mas, de qualquer forma, provilegiados fomos, por poder conviver com um pedaço do que era e com muita esperança do que será um dia quando encontrar o seu verdadeiro eixo, a sua verdadeira vocação.
Como atibaienses tentamos, esperamos, oramos e aguardamos o dia em que ocorrerá tão esperado fenômeno”. (Atibaia Hoje - Advocacia Contesini – 22 de junho de 2002–).

“O lançamento do livro Pelas Ruas de Atibaia ocorreu no dia 14 de junho de 2002 em cerimônia realizada na Igreja da Matriz de São João Batista por Padre Eugênio. O público lotou a Igreja e o Quinteto de Sopros de Atibaia abriu o evento interpretando o Hino Nacional.
O Professor Guilherme Contesini, que participou da formação de milhares de atibaianos, abrilhantou o evento declamando o soneto de Olavo Bilac, Língua Portuguesa.
O Coral Bel Canto interpretou três músicas durante a cerimônia.
Mais de cinqüenta personalidades da cidade receberam Diplomas de Honra ao Mérito (muitas in memorian), outorgados pelo autor, nomeando-as como Construtores da Sociedade Atibaiense. Representantes e chefes da famílias mais tradicionais de Atibaia estiveram presentes ao lançamento por estarem no livro, ajudando a construir a história da cidade, brilhante e divertidamente retratada no Pelas Ruas.
Wilson Rodrigues de Freitas, como orador oficial da cerimônia, proferiu um emocionante discurso.
A platéia acompanhou com atenção a linda apresentação das músicas de compositores da cidade, realizada pelo Quinteto de Sopros de Atibaia. (O Correio de Atibaia 22 de junho de 2002).
A solenidade do livro aconteceu na Igreja Matriz de Atibaia e conseguiu graças ao prestígio do escritor, reunir grande parte dos cidadãos ligados aos bons livros, a boa literatura e que também nascidos em Atibaia relembram com saudade essa época descrita no livro. Pelas Ruas de Atibaia leva os leitores a voltar no tempo e relembrar como era a cidade, acompanhando o desenvolvimento que chega com o tempo, mas que ainda esconde lugares bucólicos guardados na mente dos moradores, que apesar do progresso e desenvolvimento sentem saudades da simplicidade e aconchego da cidade. Nascido em Atibaia, em 1942, onde realizou seus primeiros estudos o autor é advogado militante na Comarca de Atibaia. É sobrinho neto de historiadores, poetas e escritores atibaianos Waldomiro Franco da Silveira e Joviano Franco da Silveira. Desde menino dedicou-se a pesquisar história, poesias e crônicas. A cerimônia foi acompanhada por músicas cantadas pelo Coral Bel Canto regido pela maestrina Magda Janussi e também com a participação do Quinteto de Sopro. O som das músicas nos dava a quase certeza de que anjos voavam acima de nossas cabeças”. (Atibaia Notícias 22 de junho de 2002).

Discurso proferido pelo escritor José de Anchieta Loriano.

Autoridades Presentes; Meus Senhores, Minhas Senhoras, Meus amigos e Meus Irmãos em Cristo.

Ainda criança, por volta dos 6 anos de idade, comecei a admirar meu tio avo, Waldomiro Franco da Silveira que, de vez em quando, morando em São Paulo, visitava seus parentes aqui em Atibaia.

Nessas ocasiões, sempre trazia e distribuía alguns livros que nós meninos pobres, aguardávamos com ansiedade.

Mais felizes ainda ficávamos quando encontrávamos nossos nomes em alguns deles. Isso nos deslumbrava e nos fazia sonhar. Será que algum dia eu conseguirei fazer um livro?

Meu tio após o jantar reunia os mais velhos e, tirando um pequeno caderno do bolso, fazia inúmeras perguntas e a tudo anotava. Isso nos deixava curiosos, razão pela qual vivíamos fazendo a ele as mais esdrúxulas perguntas.

Na década de 60, já com 20 anos, fiz vários contatos com tio Waldomiro, ocasião em que ele me forneceu alguns documentos e orientou-me a pesquisar. Peguei gosto e passei a estudar e a colecionar papéis velhos e pertinentes à historia de minha querida Atibaia e da gente de Jerônimo de Camargo.

Por volta de 1970, conheci as obras do grande João Paulo Alberto Coelho Barreto o magistral Poeta, Escritor e Historiador João do Rio e, dentre elas, “A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS”.

Foi o que bastou para que eu me apaixonasse ainda mais pela minha terra e Pelas Ruas de Atibaia. E esse amor foi tão grande, esse amor foi tão profundo, que comigo convive há 32 anos, gerando, agora, o primeiro fruto dessa harmoniosa relação.

Comecei a escrever PELAS RUAS DE ATIBAIA no ano passado e, trabalhando muitas horas diárias, o terminei em 31 de dezembro de 2001.

Em pouco tempo o escrevi. Custaram-me, entretanto, 165 dias para Editar e trazer a público o Livro. Isso demonstra as dificuldades que o pequeno Escritor enfrenta no Brasil.

Um dos objetivos principais que me levou a escrever foi o fato de que a nossa História, a História de nossa gente, a História do rico patrimônio cultural de Atibaia, de suas Gongadas, Caiapós, Cavalhada, Festas Populares, está por demais esquecida e abandonada.

Temos em 337 anos, muito pouca coisa. Apenas dois livros foram editados antes de 1950, um deles, o principal documento da História de Atibaia, de autoria de meu tio avo, é livro raro e encontrado somente em Bibliotecas e Museus.

Recentemente, para nossa alegria, foram editados dois livros, porém, condensando os artigos já publicados no Jornal O Atibaiense, na década de 1940, de autoria de João Conti.

Nada, portanto, de novo. De inédito nada foi gerado nos últimos 52 anos, a não ser alguns trabalhos esparsos e de genealogia. Literatura, nada. História científica, nada. Absolutamente nada, sobre a história, usos e costumes de nossa gente.

A publicação, portanto, de PELAS RUAS DE ATIBAIA, visa a não só registrar e documentar fatos importantes e histórias a serem conservadas, além de parte do rico patrimônio cultural de nosso município e da nossa gente.

Pretendemos também – e isso não é utopia – desenvolver a sensibilidade e a consciência de todos para a necessidade urgente de se buscar e desenvolver o nível educacional e cultural da população.

Despertar a atenção de todos no sentido de se adotar medidas próprias e eficientes, visando a criar condições favoráveis ao surgimento de novos talentos e novos documentários, sobre a rica história deste município e de seu generoso povo.

Acreditamos, ainda, poder despertar a atenção de nossos governantes, autoridades públicas e privadas, empresários, estudantes, universitários, cientistas e outros segmentos da sociedade, para a preservação, pesquisas e resgate de nossa tão esquecida e abandonada história, valores e tradições.

Como bem registrou o articulista Gilberto Sant’Anna no O Jornal Atibaiense de sábado passado:

“Povo sem história assente, carece de presente e de futuro. A falta de registros dos cidadãos conscientes, responsáveis e dignos acaba guindando larápios e heróis”.

Finalizando, devo lembrar aos

Amigos Atibaianos e Atibaienses:

Povo sem registros do passado - é dúvida no presente - e inexistirá no futuro.

Muito obrigado a todos os presentes e também aos ausentes que não puderam comparecer, mas contribuíram com suas energias positivas.



DISCURSO PROFERIDO PELO MEDICO WILSON RODRIGUES DE FREITAS.

Exmas. Autoridades; Padre Eugênio; meu amigo José de Anchieta; caros conterrâneos, personagens deste livro que, como eu, caminharam pelas ruas de Atibaia;
Senhores e Senhoras:

A princípio fiquei surpreso com o honroso convite para a apresentação desta noite, mas, refletindo, conclui que essa deferência se deveu não só à generosidade e à antiga amizade do Anchieta, mas também ao fato de eu poder confirmar as histórias aqui narradas, por ter participado delas com alguma cumplicidade, e por ter tido o privilégio de conhecer e viver naquela Atibaia a que ele se refere.

“Pelas Ruas de Atibaia”nos conduz de modo quase mágico a um mundo tão distante e tão próximo; ainda que longe no tempo, está absolutamente presente dentro de nós, na memória e na saudade. Sua leitura resgata uma época e nos faz reviver as lembranças como se estivessem acontecendo nesse momento, pela propriedade e modo afetuoso com que o autor escreveu sua obra.

Era uma época em que a pequena Atibaia parecia enorme para nós: A Rua Direita, hoje José Lucas, e a Rua da Estação, hoje Av. São João, eram tão grandes que não concebíamos maiores. Carros na cidade? Sim, menos de dez. E que de longe identificávamos: lá vai o Eliseu, o Tio Finco, o Agenor (pai do Anchieta), o Cancherini... Que saudade! O Rio Atibaia era caudaloso, pouco menor que o Amazonas! Era limpo e, de tempos em tempos, na época das chuvas, saia de seu leito, inundando até a antiga estação da Estrada de Ferro. Tínhamos o mar em nossa cidade!

Na verdade, Atibaia não tinha quase nada. Mas éramos felizes, exceto uma vez por ano, quando tínhamos de tomar um lombrigueiro com Limonada Purgativa, que nos mantinha confinados em casa por um ou dois dias. Recuperávamos as perdas com a terrível, mas inevitável Emulsão de Scott e, às vezes, para nossa alegria, também com Biotônico Fontoura.

Tínhamos tempo para tudo e para todos. Conhecíamos todas as pessoas. Tínhamos uma multidão de amigos. Hoje, quando muito, parafraseando o Padre Zequim, temos amigos na multidão.


Anchieta descreve episódios do cotidiano dessa época, que envolveram pessoas, fatos e lugares, com tanta delicadeza, emoção e nuances de humor, que nos prende a atenção a ponto de não conseguirmos interromper a sua leitura até o final.

Faz uma radiografia sentimental de nossa cidade, aquela mesma Atibaia de quem Mário de Andrade, na década de trinta dizia: “Atibaia me enleia e me enfeitiça”.

Apresenta histórias de personagens ilustres – alguns não tão ilustres – que foram homenageados por sua participação na vida pública nacional ou municipal, dando nome às nossas ruas.

E também não se esquece de apresentar, com uma roupagem toda especial, aquilo que marcou a sua vida e a de todos os daquela época: a Atibaia do antes-de-ontem, que certamente cativará a todos, atibaianos e atibaienses de hoje.

Com tintas coloridas pela emoção, Anchieta desenha em nossa imaginação o casarão colonial do Largo da Matriz, sobrevivente até hoje, que tantas e tantas vezes viu a banda branca e a preta passarem.

Descreve deliciosamente o Largo da Máquina (ainda com “ch”); o apito da fábrica; a Telefônica do tempo da manivela (a Chiquinha se lembra bem disso); o Grupo Escolar José Alvim; o Ginásio Atibaiense; a Casa Rosa que tinha de tudo, até uma língua diferente, falada de trás para a frente:

n “Dá um troli de telei e um loqui de jãofei”, quando era muito mais fácil pedir “um litro de leite e um quilo de feijão”. Mais fácil, mas muito menos divertido.

Anchieta lembra das festas juninas com quadrilhas, pau-de-sebo, leitoa ensebada; das festas de fim de ano com procissões, cavalhada, congadas; da cadeia pública, mais utilizada para curar bebedeira de que confinar marginais; do Cine República, dos jogos de botão, das peladas no campinho da Prefeitura (com bola de meia, claro).

Mais tocante do que tudo isso, Anchieta faz retornar à vida figuras únicas da nossa cidade. Transporta-nos ao convívio dessas pessoas como se estivessem presentes à nossa frente; porque, mais do que nas páginas do livro, é na emoção do leitor que a história renasce.

Revive o Preto Zatopek – assim chamado porque, claro, andava devagar; o Capitão Alves, sempre às turras com a molecada que punha os pés nos bancos do jardim; a Nhá Tuca “não-casa-mais”, sempre esperançosa de conseguir um noivo aviador; o Dito Gostosura; o Onofre Finco – o incrível cego que podia andar de bicicleta, tão pacata era a Atibaia desse tempo; o Jaú Bilheteiro, anunciando as manchetes da Gazeta de São Paulo; o “seu” Garcia, que nos dava ingressos para a matinê de domingo; o Zezico Alvim que só tinha um pecado – era corintiano roxo; o Zé Caetano (são-paulino igual jamais se viu); Nhá Melchora, a parteira que ajudou a dar à luz a tantos atibaianos, inclusive eu e o Anchieta.

A descrição desses personagens nos transporta para um mundo mais simples e harmonioso, e nos permite alcançar com a alma o que já não podemos mais tocar com as mãos.

Revive um tempo em que o importante era chegar, não necessariamente antes dos outros, em que a riqueza estava no que a gente era e não no que tinha; e em que se valorizava mais acrescentar vida aos anos do que anos à vida.

“Pelas Ruas de Atibaia” tem o mérito de remexer as nossas raízes e reavivar a nossa memória. Feliz é o povo que cultiva a própria história, pois ela é a sua herança e a sua identidade.

Mesmo aqueles que não viveram essa época e não conheceram esses personagens da antiga Atibaia vão se sentir envolvidos e arrebatados pela ternura e entusiasmo do Anchieta. Ele prima pela delicadeza e sensibilidade, pelo texto claro e emocionado, nascido da alma e dirigido ao coração.

Anchieta, seu livro é muito, muito prazeroso. Por isso, eu gostaria que houvesse mais dele. Mais história, mais estórias. Só para ficar com aquela mesma expectativa que sentíamos no cinema, ao ouvir aquela frase no final dos seriados das sextas-feiras:
“continua no próximo capítulo”!
Anchieta, parabéns! Quero mais!

Livro de crônicas históricas que nos levam à nossa querida Atibaia do antes de ontem.

Pelas Ruas de Atibaia, Evocando Nossa Gente é um livro de crônicas históricas, cuja cerimônia de lançamento ocorreu no dia 14 de junho, às 20 horas, na Igreja Matriz de Atibaia, na programação oficial comemorativa aos 337 anos da fundação de Atibaia.


“JOSÉ DE ANCHIETA faz um passeio retrospectivo pelas ruas da então pequenina e tranqüila cidade natal, evocando fatos ocorridos, personalidades, tipos populares, compondo um relato feliz da vivência de sua infância e juventude. É mais uma importante contribuição ao movimento que, felizmente, se verifica e se intensifica, em resgate da memória de nossa querida Atibaia e da preservação da identidade de seu generoso povo”. (José Roberto Lopes Barreto).

“O Autor, de escrita fácil e envolvente, narra cenas e descreve personagens de uma antiga e bucólica Atibaia, fazendo-o com uma fidelidade, uma vivacidade e um carinho que nos levam no tempo e nos colocam nas cenas descritas, como se delas tivéssemos participado”. (Homero Benedicto Ottoni Netto).

“Se antes de Pelas Ruas de Atibaia, Evocando Nossa Gente, me orgulhava em ser amigo do Autor, hoje estou extremamente honrado”. (Flaubert Rocha Scapin).

“É um verdadeiro caso de amor com as ruas de Atibaia. Esta definição da literatura de Charles Bukowski, corresponde exatamente à relação de José de Anchieta Loriano, com a querida cidade de Atibaia, suas ruas e praças, sua gente, casarios e os tipos populares e inesquecíveis que, nas décadas de quarenta a sessenta, perambulavam pelas ruas da cidade”. (Gilberto Sant’Anna).

“O Anchieta conta estórias e histórias com tanta emoção, com tanta poesia, que quando o ouvimos ou o lemos sentimos o coração apertar e os olhos se encherem de lágrimas”. (Rosana Morales).

José de Anchieta Loriano nasceu em Atibaia em 1942, onde realizou seus primeiros estudos. É advogado militante na comarca de Atibaia. Sobrinho neto dos historiadores, poetas e escritores atibaianos Waldomiro Franco da Silveira e Joviano Franco da Silveira, dedicou-se, desde menino, às pesquisas históricas, poesias e crônicas, tendo colaborado com jornais de Atibaia. Na década de setenta fundou, em São Paulo, dois jornais empresariais: O Inspetinho e O Itamarati. Prepara-se, agora, para o lançamento de seu primeiro livro, fruto das pesquisas e reminiscências, armazenadas em sua memória privilegiada.

Fragmentos da obra...

01 - ODE AO RIO ATIBAIA, artigo que inicia o Capítulo I, mostra o descaso e o abandono em que se encontra esse importante rio.

Esta tarde, sentado às margens do lindo e antes piscoso Rio Atibaia, lá pelas bandas da Usina, pequena vara de bambu nas mãos, aguardava a chegada de algum lambari descuidado.

Na mansidão de fresca tarde de primavera, sentindo toda a pureza que a natureza bondosamente oferecia, deixei meu pensamento fluir livre, sem receios ou grilhões, embalado pelo canto nostálgico das juritis, dos alegres bem-te-vis, dos sabiás e dos canários.

Lembrava-me, comovido, de uma ode que há algum tempo havia escrito, inspirado pelo encanto dessas matas e pela beleza desse Rio, antes maravilhoso, que deu nome à nossa querida cidade de Atibaia:

ODE AO RIO ATIBAIA

Aos primeiros indícios de chuva, a vida renasceu hoje nos campos.

Os pássaros, em agradecimento, entoam cânticos de louvor ao Criador, buscando incansavelmente suas companheiras, para a geração de novas vidas.

Até os peixes do rio que circunda meu refúgio promovem evoluções, ondulando as águas que até ontem pareciam frias, insensíveis e mortas.

Lindas flores silvestres salpicam os campos, revelando e querendo demonstrar contentamento pela bênção divina que, aos poucos, vem trazer-lhes o necessário para o esplendor do florescer primaveril.

Os jardins cobertos por dálias e crisandálias, marias-sem-vergonha, onze-horas, rosas, os cravos esquecidos, brancos, vermelhos e amarelos, bocas-de-leão, amores-perfeitos, hortênsias e margaridas, parecem sorrir e, arquejando de um lado para outro, ao sabor de benfazeja brisa, parecem curvar-se em agradecimento.

Há novamente no ar, substituindo a aridez e a poluição das queimadas, o perfume agradável dos inúmeros jasmins e damas-da-noite, que nos deixam inebriados de prazer.

A sinfonia diurna das cigarras e noturna de grilos e sapos, encerra o dia de agradecimento da mãe Natureza que, certamente, ao contrário dos homens, jamais esquece, retribuindo, com sobras, o ofertório Divino.

E finaliza:

Emocionado, observaste a fundação, em 1930, da Vila São Vicente de Paula, entidade beneficente e sem fins lucrativos, que inestimáveis serviços viria prestar à coletividade atibaiana!

Quanta alegria sentiste, ó ainda piscoso Rio Atibaia, quando presenciaste a alegria dos jovens e meninos, ao verem nascer os dois maiores clubes esportivos de Atibaia e que nas décadas seguintes levariam ao delírio os amantes e aficionados do futebol: São João Futebol Clube1 e Associação Atlética Cetebê2.

Presenciaste, emocionado e triste, o falecimento do Major Juvenal Alvim,3 Álvaro Correia Lima,4 José Pires Alvim5 e Geraldo da Cunha Barros,6 prestimosos e honrados cidadãos, que lideraram a política em Atibaia, na primeira metade do século vinte.

E hoje à beira da morte, choras copiosamente, vendo o progresso e o descaso destruir tuas nascentes, avançando por tuas margens e dilacerando tuas entranhas.

Poluído, abandonado e só, não sentindo mais a companhia das espécies que em teu seio tu alimentaste e deste vida, por não mais resistir às vorazes garras da ganância e do lucro fácil, que o poluem, se pudesses falar, certamente, em tom solene e forte, gritarias:

- Povo ingrato... Por que me abandonaste?
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E-MAIL RECEBIDOS SOBRE O LIVRO PELAS RUAS DE ATIBAIA

Dr. Anchieta,

A resenha demonstra ser o seu livro PELAS RUAS DE ATIBAIA maravilhoso e evocativo. Estarei presente no lançamento, com ou sem convite.

Dra. Cleide Chusyd


Grande Anchieta:

Parabéns pelo maravilhoso trabalho. Continue escrevendo e publicando porque você revelou que tem muita sensibilidade, percepção de coisas que mortais comuns não conseguem ver, e, acima de tudo, um estilo gostoso e comunicativo.
Mande mais detalhes.
Continuo aqui como Assistente na Andrews University, Michigan (USA), e terminando minha Tese. Devo receber o doutorado (Ph.D.) em Educação neste Maio ou Junho.

Abraço de irmão.

José Assan Alaby.


Anchieta. Li as mensagens. Parabéns. Não esqueça de avisar qual o dia de abril em que ocorrerá o lançamento. Queremos comparecer.

Iara/Osvaldo.
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CARO ANCHIETA,

É pessoa como você que faz Cultura, que evoca para o presente a nossa Cidadania.

Meus parabéns você merece!

Do amigo

Walter Feltran – Itaú Cultural

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Caríssimo Anchieta,
De repente, a gente volta o olhar e, no lugar do computador, vê os cadernos de ponta amassada e orelhas ensebadas, com a capa de papel impermeável azul-marinho da escolinha de Dona Aracy. Lembra?
Quem não se lembra, não tem tempo pra viver, já disse alguém mais instruído. De repente as empoeiradas peladas do campinho da Prefeitura, vêm à nossa mente, com sabor de clássico, disputadas em intermináveis partidas de dez vira vinte acaba.
E a gente vai crescendo (vai mesmo?) e essas lembranças vão criando teias de aranha na cabeça. Alguém precisa arejar de novo - e você ta aí pra isso. né mesmo?
De repente, estamos sessentões ( faltam poucos dias - você em 5 de abril e eu no dia 3), com três safenas no peito, principalmente pra fazer o coração agüentar mais um pouco e acumular mais saudade.
É a vida, meu caro. Com seu preço e, principalmente, o seu lucro - ter você como cronista - de um tempo recente (foi ontem, né?).
Enquanto aguardo o livro pra saborear cada letra e gozar cada palavra, fica um abraço e um agradecimento do
Luiz Antonio Bonini
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Vi pedaços da cidade no sítio do Pelas Ruas de Atibaia. Eu gosto de ler e gosto de ver, especialmente, a produção que resgata a memória. Sucesso!
Bromélia Maria
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José... Como nossa amiga princesa, eu também estarei em sua noite de autógrafos, mesmo que não me convide. Adorei a amostra de seu livro e tenho certeza que encontraremos muito mais surpresas dentro dele. Obrigada por enxergar nossa Atibaia com tanta poesia... Parabéns.

Rosana Morales

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PARABENS Anchieta pelas conquistas. O mundo vai ficando cada vez menor para aqueles que vivem com intensidade e, em especial,
dotados de mente incansável em busca do inusitado, como de
modo geral, tem sido sua trajetória.

Abraços, Piovesan, 23.2.2002




Como vai, Cuié? Estou em São Paulo, convalescendo-me de uma cirurgia pequena, mas que me está tirando duas semanas do meu convívio com Bauru, com o trabalho, com as ruas de São Paulo e, principalmente, com as ruas de Atibaia. Quero esse livro!!!!!!

Li trechos de seu livro na Net, bem como comentários sobre a obra. O trêiler é bom, quer dizer que o livro é gostoso. Daí gostaria de fazer parte daqueles que compartilharam sua experiência no ato de ler e escrever as ruas de nossa infância, as pessoas-tipo de nossa infância. Romântico, não poderia deixar de me emocionar com a descrição do Rio Atibaia, por exemplo, e outras marcas que permanecem no coração.

Quero curtir seu livro. Andar pelas ruas com os olhos e os sentimentos, e rever os momentos inesquecíveis feitos pela cumplicidade dessas ruas com minhas imorredouras saudades,

PARABÉNS.Valeu!!!!

ABRAÇO.

João Batista Neto Chamadoira – (Doutor em Lingüística– Bauru).

Anchieta,
Lendo algumas passagens do livro "Pelas Ruas de Atibaia" passo a me recordar de exatamente 38 anos atrás, quando desembarcava com meus pais, nove irmãos, avós e outros agregados, vindo do Rio de Janeiro e descia do ônibus lá na "Rua Direita", indo direto para a Pensão Elza, minha primeira morada por aqui.
Meu pai, Sylvio Ramos da Costa, chegava para assumir a sub-gerência do Banco do Brasil, se juntando ao Jurandir Craveiro, que era o Gerente.
Eu tinha 11 anos, mas parecia estar conhecendo uma cidade de sonho...
Ar puro, as pessoas passavam por mim e diziam: "Bom Dia"... E eu nunca as tinha visto antes. Hoje, completando 28 anos no mesmo Banco em que meu avô e meu pai trabalharam por 30 anos, ainda sonho com aquela Atibaia. A de hoje cresceu demais e não temos mais tempo para apreciar os pequenos detalhes. Tenho certeza de que o livro trará recordações marcantes. Parabéns Anchieta. Parabéns Atibaia!
Cláudio Monteiro da Costa

Anchieta,

Pela amostra promete... Tenho certeza que vai mostrar muito da sua Atibaia.

Annamaria D’Arienzo – Cape Town, África do Sul.



Beleza, Anchieta

Que alegria você deve estar sentindo ao saber que tantas pessoas estão lendo as suas crônicas e muitas delas se identificando com você ao ler a respeito das mesmas personagens com quem você conviveu e, graças à sua privilegiada memória, pôde então hoje criá-las, e digo criá-las porque você colocou nelas seu toque pessoal, tornando-as, por mais fiel que tenha querido ser, um pouco diferentes do que foram realmente, e ao se lembrar de ter pisado no chão das mesmas ruas de que você fala com tanto sentimento!

Um abração.

Luiz Carlos Netto Chamadoira


Anchieta,

Obrigado pelo e-mail e por estar acompanhando o projeto.
Estou esperando ansiosamente o livro.
Por favor, me avise quando sair.

Um abraço

Peter e Família Goldschmidt – Ushuaua

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Cuié,
Não me lembro de ter conhecido você no período em que morei em Atibaia, mas fui colega de ginásio do Joãozinho e, também, conheci o Paulo. Fiquei
muito feliz e gostei muito de seu trabalho...Parabéns. Gostaria de estar sempre a par desse trabalho que você está desenvolvendo. Um abraço...
Hugo.



Olá, Anchieta!!!

Falei esses dias do livro que está fazendo com meu pai e o Antônio Brígida,
que estava lá, falando sobre coisas antigas de Atibaia!
O meu pai comentou seu telefonema e me mostrou as fotos que havia separado pra você e que estavam à sua disposição. Ele disse que estranhou você não tê-lo procurado.
Então... As fotos estão lá! É só pegar!

Mais uma vez, obrigado pela sua dedicação à memória de nossa cidade, tão
esquecida...

Abraços!!

João Paulo Correia Lima.


Cuié, parabéns pelo trabalho, quero fechar os olhos e poder realmente caminhar pelas ruas de Atibaia. Pena que será somente um sonho...
Qué cinco brechó???
Seu irmão João


ANCHIETA:

Ler seus textos dá saudade, da Atibaia de cada um de nós.
Seu foco é histórico, mas não deixa o lado humano, revelando
personagens que eu só conhecia de passagem, como você, por exemplo.
Adoraria partilhar o lançamento do livro, mas talvez não seja possível.
De qualquer forma, não abro mão do meu exemplar devidamente
autografado.
Um abraço e boa sorte

Márcia Priolli – Brasília.


Anchieta,

Parabéns pelo trabalho "Pelas Ruas de Atibaia - Evocando nossa gente". São pessoas como você que enaltecem nosso povo e nossas raízes; que verdadeiramente trazem à tona, através de suas lembranças e seus escritos, o amor pela nossa querida Atibaia.

Um grande abraço, com a admiração da

Famíla Alvim

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Caro Primo Zinho,
Mais uma vez parabéns pelos seus escritos. Pela ruas de Atibaia é uma delícia de ler. Não poderei perder o lançamento do livro!
Um grande abraço,
Sylvia Maria Netto Chamadoira.
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Caro José de Anchieta

Gostaria de agradece-lo pelo e-mail recebido e parabenizá-lo pela matéria. Me senti em Atibaia nos anos dourados, matéria emocionante para mim, em especial.
Aguardo ansioso pelo lançamento de seu livro que, certamente, agregara valores da nossa tão querida e "Descuidada" Atibaia, e de seu povo, que até então não tínhamos o prazer de conhecer.

Família Chiocchetti
(Lázaro de Teles e Chiocchetti)

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Dr. Anchieta,
Parabéns pela maravilhosa obra.
Atibaia precisa de 200 homens como o senhor:
Homens com todas as letras maiúsculas!!!
Edine

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CUIE,
E com alegria e muita emoção, além de sentir-me honrado, receber esta sua comunicação sobre as homenagens, a serem prestadas na Noite de Lançamento, dia 14 de Junho, na Igreja Matriz de Atibaia.
Saiba que você tem me emocionado muito ultimamente.O trailer do seu livro pela internet esta fenomenal.
Aguardo meu exemplar com autografo do autor - de quem tenho orgulho de ser amigo e colega de classe do colégio Major Juvenal Alvim.
O site que divulga o nosso Paraíso Quase Possível na Terra esta excelente.Aguardo a programação.
Abraços do amigo, Orlando Honório da Silva

Anchieta

Hoje, lamentavelmente, poucas pessoas divulgam positivamente o nome de Atibaia na mídia. Você faz parte dessa minoria. Parabéns por sua entrevista na rádio Eldorado, programa De Olho na Cidade, de Geraldo Nunes. Continue.
José Julien.

Dr. Anchieta
Mal abri seu livro e logo pude ver o extraordinário conteúdo que me lançaria rapidamente no percurso da saudade ou nostalgia - como querem os puristas da língua - a reviver aqueles idos do meu tempo em 1950 pelas ruas de Atibaia. Você (se me permite usar esse tratamento coloquial) não deve saber ainda o quanto amo a minha segunda cidade natal que é Atibaia. Aprendi a amá-la com mamãe e assim o meu coração sempre ficou dividido. O meu sonho ainda é morar em Atibaia e se possível trabalhar na minha profissão.Aliás, já fiz essa tentativa e infelizmente não deu certo na época (1988, por aí). No meu livrinho de memórias Atibaia vai perfazer seguramente quase 50% da história. Há passagens lá, deliciosas, narrando como papai e eu andávamos nas noites frias do inverno atibaiano, que naquela época me pareciam mais frias do que nos dias atuais.Em 1989 cheguei a comprar um terreno no Vale dos Pinheiros, com a esperança de construir uma casa de férias! Vou ler o seu livro com a avidez de quem tem pressa de reencontrar com o espírito da história - aquele que toma pelas mãos os privilegiados, não meros saudosistas, mas autênticos amantes da verdade e do verdadeiro amor filial. Um forte abraço. Espero conhecê-lo pessoalmente quando for à Atibaia.
Antônio Russomanno.

Anchieta,
A comissão organizadora do Vestibular-2003 decidiu utilizar, na prova de Interpretação de Textos, trechos extraídos de autores importantes, de Portugal e do Brasil, sendo um deles de Atibaia. Certamente, você foi o escolhido para representar a cidade. Para tanto, foi extraído um belo e singelo parágrafo de Pelas Ruas de Atibaia. Dessa forma, centenas de candidatos tiveram a oportunidade conhecer uma fonte de referência sobre a cidade de Atibaia que muito nos orgulha. Nós da FAAT ficamos honrados em poder contar com um autor da terra para ilustrar nossa prova. A propósito, a prova foi bastante elogiada e muitas pessoas têm nos contatado para parabenizar a iniciativa de colocar um escritor de Atibaia no conjunto de autores citados. Um grande e sincero abraço.
Hercules

Anchieta
Fico cada vez mais surpreso com a atenção que o senhor está dando a estas pessoas tão queridas de minha família. É uma coisa irretribuível pela dimensão e alcance fornecidas pelo poder da imprensa que o senhor usa com tanta habilidade e vocação de escritor. Agradeço em nome de todos.
Família Russomanno.

Cuié Agradecemos a sua atenção. Tem sido muito bom a gente receber notícias da terrinha, das realizações e das conquistas dos conterrâneos (de nascimento e de coração) como o Alaby e o Cuié, dentre tantos outros. Um abraço,
Cidinha Bonini/Totonho.

Anchieta
Ontem, concluí a leitura de seu livro Pelas Ruas de Atibaia. Gostei muito. Está de parabéns, pelo livro e pela memória de elefante. Continue. Abraços.
Escritor José Luiz Guidotti, membro da Academia Piracicabana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba.

Câmara Municipal de Atibaia presta homenagens ao autor do livro Pelas Ruas de Atibaia.

O vereador Rogério Ribeiro da Silva (PSDB) prestou homenagem ao doutor José de Anchieta Loriano, autor do livro Pelas Ruas de Atibaia, durante a sessão de terça-feira, dia 25.Na Moção de Congratulações apresentada, e assinada por mais cinco vereadores, o parlamentar evidenciou a sensibilidade da narrativa e sua capacidade de tocar aqueles que viveram a época e foram contemporâneos das personagens atibaianas citados no livro, lançado dia 14 em noite de autógrafo na Igreja São João Batista. Ismael Dentinho Fernandes (PSB) fez questão de participar da homenagem, sendo um dos signatários da moção e sugerindo - por intermédio de Indicação - ao prefeito que adquira exemplares da obra para distribuí-los nas bibliotecas públicas da cidade. Como o livro exalta os mais ilustres e interessantes personagens de nossa história, poderá servir como ótima fonte de informação sobre a história do município, dada a fidelidade com que são retratados os fatos ocorridos em épocas passadas, considerou.Além de Dentinho assinaram a Moção os vereadores Edson Beleza (PV), José Bernardo Denig (PL), Takao Ono (PPB) e Paulo Patara (PV).



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